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	<title>Arquivos Modelos de negócio - Grupo Algar</title>
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	<title>Arquivos Modelos de negócio - Grupo Algar</title>
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		<title>Novos modelos de negócio: ameaça ou oportunidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Martins do Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 20:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Modelos de negócio]]></category>
		<category><![CDATA[inovar no modelo de negocios]]></category>
		<category><![CDATA[modelos de negocio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mundo dos negócios está mudando – e numa velocidade sem precedentes. Nessa efervescência, empresas tradicionalmente estabelecidas começaram a ver sua hegemonia tremer, mas só depende delas decidir se as novas tendências serão encaradas como uma ameaça ou oportunidade. Para as grandes organizações, escolher a segunda opção tem significado repensar profundamente o seu modelo de [&#8230;]</p>
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<p>O mundo dos negócios está mudando – e numa velocidade sem precedentes. </p>



<p>Nessa efervescência, empresas tradicionalmente estabelecidas começaram a ver sua hegemonia tremer, mas só depende delas decidir se as novas tendências serão encaradas como uma ameaça ou oportunidade. </p>



<p>Para as grandes organizações, escolher a segunda opção tem significado repensar profundamente o seu modelo de atuação, com a consciência de que os fatores que trouxeram sucesso até hoje não serão os mesmos que garantirão bons resultados e perenidade no futuro, nem mesmo em um futuro próximo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dentre as transformações recentes do mercado, posso destacar três modelos que têm ganhado cada vez mais força. </h2>



<p>O primeiro engloba os negócios em plataforma (como Uber, Airbnb ou iFood), que conectam prestadores e consumidores de uma forma simples, com elevado uso de tecnologia e inteligência de dados. </p>



<p>O segundo são os negócios centrados na experiência e satisfação do cliente, que ganham espaço em um ambiente de competição crescente e com menos barreiras à entrada em indústrias tradicionais, como é o caso do setor bancário, sendo o Nubank um case relevante. </p>



<p>O terceiro são os negócios exponenciais, categoria que engloba exemplos como Amazon, Netflix ou Spotify. </p>



<p>Potencializados pelo uso da tecnologia e da conectividade, eles são focados na aposta do crescimento exponencial em grande escala, ainda que em alguns casos não tenham lucros imediatos.</p>



<p>Os impactos desses novos modelos sobre as grandes empresas já são uma realidade e não podem ser subestimados. </p>



<p>Isso inclui o surgimento de um novo perfil de cliente, muito mais empoderado e disputado. </p>



<p>Com tantas opções disponíveis, esses clientes têm hoje uma tendência muito maior de migrar para serviços que ofereçam melhor experiência e custo-benefício, uma demanda que tem feito as grandes organizações colocarem o cliente no topo de suas decisões e reavaliarem suas soluções e formas de atendimento.</p>



<p>Outro ponto que as empresas tradicionais precisam repensar é seu processo decisório, que não pode mais ser engessado e lento. </p>



<p>Seguindo as lições aprendidas com as startups e empresas de crescimento (scale-ups), elas têm investido em modelos de gestão com ciclos de decisão mais curtos, como a <a href="https://stage.sku.digital/metodos-ageis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">metodologia Ágil</a> – e que também colocam o cliente no centro de tudo. </p>



<p>Há, ainda, ensinamentos como a importância do desapego, a abertura para questionamentos e conversas difíceis, a ousadia e a mentalidade de “testar rápido, errar rápido e corrigir rápido”, trazendo dinamismo ao processo de inovação.</p>



<p>Essa, porém, não é uma via de mão única. As grandes organizações, por sua vez, também têm muito a oferecer e ensinar. </p>



<p>Entre os ativos complementares que elas possuem em relação às startups estão: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Reputação estabelecida de mercado, valor de marca e reconhecimento </li><li>Experiência e conhecimento acumulados ao longo de décadas</li><li>Acesso a uma sólida base de clientes</li><li>Capital inteligente (smart money), que é a possibilidade de financiamento atrelada aos benefícios de ter orientações de um negócio já estabelecido</li><li>Networking e conexões</li><li>Acesso a credores, parceiros, fornecedores e outros stakeholders de sua ampla rede de contatos</li></ul>



<p>Não é à toa que vem crescendo o número de parcerias entre empresas tradicionais e startups. </p>



<p>Segundo dados da plataforma 100 Open Startups, entre maio de 2020 e junho de 2021 o número de acordos desse tipo quase dobrou, passando de 13.433 para 26.348. </p>



<p>A quantidade de companhias que buscaram startups saltou de 2.825 para 4.982 – aumento de 76%. </p>



<p>Esses dados demonstram que esse tipo de união ganhou grande impulso com a crescente necessidade de digitalização desde o início da pandemia e que essa tendência veio para ficar, como uma resposta das grandes corporações à velocidade das mudanças tecnológicas. </p>



<p>Hoje está claro que aquelas organizações que se fecharem em si mesmas perderão rapidamente sua competitividade frente à concorrência.</p>



<p>Tudo isso mostra que, para aqueles que souberem aproveitar as oportunidades, é um jogo de ganha-ganha. </p>



<p>Mas é claro que os processos de evolução dos modelos de negócio não são simples e requerem muita energia e comprometimento. </p>



<p>Em alguns casos, é até mesmo necessário canibalizar o negócio tradicional para permitir a evolução, afinal, o que era uma vantagem competitiva no passado pode simbolizar um atraso atualmente. </p>



<p>O setor bancário é um ótimo exemplo: se antes ter a maior rede de agências era um diferencial, hoje isso se tornou um ônus em função do custo de manutenção destas estruturas, frente à crescente digitalização.</p>



<p>O maior legado que uma empresa pode deixar para seus acionistas e para a sociedade é gerar valor para todos os seus stakeholders (sejam eles colaboradores, clientes, fornecedores, credores, sociedade etc.) e buscar sua perenidade ao longo do tempo. </p>



<p>Isso exige ser capaz de se reinventar, conectar-se com novos entrantes e se adaptar aos modelos de negócio que estão surgindo e às mudanças em decorrência disso.</p>



<p>Desde a fundação do <a href="https://stage.sku.digital/">grupo Algar</a>, há 90 anos, o empreendedorismo sempre esteve muito presente. </p>



<p>Sendo assim, acreditamos que honrar nosso DNA empreendedor passa por estarmos continuamente em busca da inovação. </p>



<p>Os negócios tendem a mudar com o tempo, e os desafios da sociedade a se atualizar constantemente, mas os valores que nos norteiam permanecem os mesmos. </p>



<p>É assim que preservamos nosso legado, ao mesmo tempo em que aproveitamos ao máximo as oportunidades e ensinamentos que os novos tempos têm a nos oferecer.</p>



<p>Artigo de Luiz Alexandre Garcia, Presidente do Conselho de Administração do grupo Algar</p>
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