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	<title>Arquivos Sem categoria - Grupo Algar</title>
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	<title>Arquivos Sem categoria - Grupo Algar</title>
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		<title>Tudo o que um aprendiz autodirigido precisa saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Martins do Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 16:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos num contexto de rápidas mudanças provocadas pela transformação digital e que impactam na nossa vida e carreira.São muitas as atualizações e novas maneiras de realizar as mesmas funções de formas mais precisas e ágeis. Por isso, é preciso se manter atualizado, o que está bem relacionado com o conceito de aprendizagem autodirigida. As organizações [&#8230;]</p>
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<p>Vivemos num contexto de rápidas mudanças provocadas pela transformação digital e que impactam na nossa vida e carreira.São muitas as atualizações e novas maneiras de realizar as mesmas funções de formas mais precisas e ágeis. Por isso, é preciso se <strong>manter atualizado</strong>, o que está bem relacionado com o conceito de <strong>aprendizagem autodirigida.</strong><br><br>As organizações continuam investindo no desenvolvimento de seus colaboradores e cada vez fomentam a importância do funcionário ser o protagonista de sua <strong>própria carreira e buscar seu autodesenvolvimento constante para manter sua empregabilidade.</strong><br><br>A Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) divulgou que somente em 2022, houve um <a href="https://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/03/2023/pesquisa-revela-aumento-de-34-no-investimento-em-treinamento-e-desenvolvimento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aumento de 34% em treinamento e desenvolvimento (T&amp;D).</a><br><br>Um aprendiz autodirigido que busca o aperfeiçoamento constante sai na frente, pois assume <strong>o protagonismo da própria carreira.</strong><br><br>Para sobreviver ao mercado de trabalho é necessário que o profissional tenha características como <strong>flexibilidade, adaptabilidade e <a href="https://stage.sku.digital/equipe-de-sucesso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">proatividade</a> </strong>em aprender o novo e entregar os melhores resultados.<br><br>Mas, você deve estar se perguntando como ser um aprendiz autodirigido? <strong>Como desenvolver essa aprendizagem contínua e fazer com que ela se torne algo natural em nossa vida?</strong> É sobre isso que vamos falar aqui no artigo. Continue acompanhando e descubra tudo sobre esse tema. Aproveite a leitura!</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Aprendizagem autodirigida: de onde veio o conceito?<br><br></h2>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="543" height="371" data-id="8433" src="https://wwwalgar.com.br/wp-content/uploads/2023/06/fsdfsdfsdfsd.png" alt="" class="wp-image-8433" srcset="https://stage.sku.digital/wp-content/uploads/2023/06/fsdfsdfsdfsd.png 543w, https://stage.sku.digital/wp-content/uploads/2023/06/fsdfsdfsdfsd-300x205.png 300w" sizes="(max-width: 543px) 100vw, 543px" /></figure>
</figure>



<p>O conceito de aprendizagem autodirigida nasceu a partir da década de 1970. Quem o criou foi o educador, Iam <a href="https://selfmanagedlearning.org/our-services-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cunningham</a>, que obteve um PhD em Gestão da Aprendizagem na Universidade de Lancaster.<br><br>Porém, o termo só se popularizou depois, com <a href="https://www.blakeboles.com/about/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blake Boles.</a> que estudou astrofísica, mas se dedicou à ciência da educação e desenvolveu o seu próprio método de aprendizagem autodirigida.<br><br>Boles é autor do livro <a href="https://books.google.com.br/books/about/The_Art_of_Self_Directed_Learning.html?id=i9PBoQEACAAJ&amp;redir_esc=y" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Art of Self-Directed Learning: 23 Tips for Giving Yourself an Unconventional Education</a>, uma publicação que reúne 23 histórias. O autor narra a trajetória dessas pessoas que optaram por um caminho alternativo de aprendizado, que<strong> nunca quiseram parar de aprender e conquistaram bons resultados com isso.</strong><br><br>A obra já foi traduzida para o português pelo escritor e educador Alex Bretas e se chama “A Arte da Aprendizagem Autordirigida”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><br>Lifelong Learning e aprendizado autodirigido: qual a relação?<br><br></h2>



<p>O principal norteador da aprendizagem autodirigida deve ser o conceito de <a href="https://stage.sku.digital/lifelonglearning/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lifelong learning</a>. Se você ainda não sabe sobre o assunto, vamos te explicar melhor. Traduzindo do inglês para o português, o termo quer dizer “aprendizado ao longo da vida”.<br><br>Ele traz à tona, a ideia de que a educação formal não é mais suficiente. Isso quer dizer, não basta a pessoa frequentar somente o Ensino Fundamental, Médio e Superior e achar que isso suprirá as necessidades de conhecimento. <strong>Hoje, fazer isso é o básico do básico.</strong><br><br>Atualmente, o acesso ao conhecimento é muito mais democrático e facilitado. A questão é que aprender online não é o futuro e sim uma realidade. Para se ter uma ideia, o mercado de e-learning deve alcançar <a href="https://jornaltribuna.com.br/2022/06/276859-ensino-online-cresce-no-mundo-todo-com-assuntos-e-temas-diversificados/">o valor de US$ 305 bilhões até 2025</a>. A informação é do Global Industry Analysts.<br><br><strong>O profissional precisa aproveitar isso a seu favor. </strong>São milhares de conteúdos de qualidade que podem ser acessados a qualquer momento na web, opções de diversos cursos e eventos online que permitem o aprendizado contínuo com foco naquilo que importa para área que atua.<br><br>Além disso, há aplicativos que permitem aprender um novo idioma, por exemplo, exigindo pouco tempo por dia. Sem contar as diversas redes que permitem o networking e troca de experiências entre os profissionais.<br><br>Portanto, levar o lifelong learning para sua vida não é complexo. Fazendo um <strong>gerenciamento de tempo eficaz</strong>, entendendo as suas prioridades e focando no que é interessante para sua carreira, é possível ter uma aprendizagem autodirigida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Muito além das habilidades técnicas<br><br></h2>



<p>É importante ressaltar também que quando falamos desse aprendizado contínuo não estamos englobando apenas as habilidades técnicas, inerentes em como realizar um trabalho específico.<br><br>Hoje, os profissionais precisam ir além e também desenvolver as habilidades comportamentais, as famosas<a href="https://stage.sku.digital/soft-skills-e-hard-skills/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Soft skills.</a><br><br>Portanto, é importante não esquecer de aprimorar habilidades como inteligência emocional, comunicação assertiva, gestão de conflitos, influência, entre outras.<br><br><em>Não fique para trás. Confira nossas dicas no artigo: <a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias-inspire-fundo-o-que-fazer-para-se-manter-atualizado-quando-o-assunto-e-tecnologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que fazer para se manter atualizado quando o assunto é tecnologia.</a></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><br>Sete comportamentos necessários para desenvolver a aprendizagem autodirigida<br><br><br></h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="439" height="440" src="https://wwwalgar.com.br/wp-content/uploads/2023/06/56353.png" alt="" class="wp-image-8434" srcset="https://stage.sku.digital/wp-content/uploads/2023/06/56353.png 439w, https://stage.sku.digital/wp-content/uploads/2023/06/56353-300x300.png 300w, https://stage.sku.digital/wp-content/uploads/2023/06/56353-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 439px) 100vw, 439px" /></figure>
</div>


<p>Para introduzir a aprendizagem autodirigida em sua vida é importante desenvolver algumas <strong>atitudes</strong>, que faz com que a construção do seu conhecimento seja contínua.<br><br>Confira sete comportamentos e seja um aprendiz autodirigido, elevando sua carreira profissional a outro nível.<br><br>1 &#8211; <strong>Tenha a mentalidade do “tudo é convite”<br></strong><br>O aprendiz autodirigido, geralmente, tem uma característica que o ajuda muito: “tudo é convite”. Ou seja, todas as oportunidades podem ser encaradas como aprendizado. Essa mentalidade faz com que ele seja impulsionado pelos desafios e veja tudo com uma chance de desenvolvimento e aprimoramento de habilidades.<br><br>Portanto, para praticar a aprendizagem autodirigida sempre tenha a mente aberta para novas ideias e perspectivas, se permitindo <a href="https://stage.sku.digital/inovacao-pensar-em-gente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inovar.</a><br><br>Faça com que cada situação seja um convite para aprender e crescer mais. Não se limite e entenda que nunca se sabe tudo e sempre pode haver uma nova lição.<br><br>Com isso, o aprendizado se torna mais leve e natural e fica mais fácil lidar com os desafios do dia a dia.<br><br>É importante mencionar que esse comportamento não precisa ser somente na vida profissional. Muitas situações diárias da vida pessoal podem possibilitar novos insights e ideias que serão válidas para a sua carreira.<br><br>2 &#8211; <strong>Ressignifique o erro e lide com o aprendizado de forma mais leve<br></strong><br>Errar é algo considerado mais uma oportunidade para o aprendiz autodirigido. Não veja os erros cometidos como fracassos, deixando com que isso te desestabilize.<br><br>Ao contrário, veja isso como um impulsionador de crescimento e aprimoramento. Desse aprendizado de pequenas falhas pode-se tirar grandes lições.<br><br>Quando errar ou se deparar com uma dificuldade, busque entender como aprender com aquilo e peça ajuda. Em outra oportunidade semelhante já poderá ter uma noção melhor de qual conduta tomar. Isso te ajudará a ter mais experiência e agir com mais sabedoria em outra situação.<br><br>3 &#8211; <strong>Desenvolva a habilidade de fazer perguntas<br></strong><br>Um grande limitador do aprendizado pode ser o receio ou a vergonha de questionar. Seja em um curso, evento ou qualquer outra situação, se há dúvidas, é preciso fazer perguntas. Ser curioso pode te ajudar a ter um aprendizado muito mais amplo.<br><br>É frustrante buscar um aprendizado e sair com dúvidas. Portanto, não se limite. Questione até que o aprendizado esteja 100% claro para você.<br><br>Além de fazer perguntas, é importante saber elaborá-las. Perguntas certas e concisas podem fazer com quem vai responder transmita melhor o conhecimento, além de gerar debates mais enriquecedores.<br><br>4 &#8211; <strong>Diversifique suas fontes de aprendizagem<br></strong><br>Os cursos e pessoas consideradas mestres na sua área são muito importantes para o crescimento da aprendizagem. Mas é essencial não depender somente dessas fontes de conhecimento.<br><br>Assim, para a aprendizagem autodirigida, um dos grandes diferenciais é ser protagonista nesta construção e explorar todas as formas de aprendizado.<br><br>Leia artigos, livros, ouça podcasts, siga páginas nas redes sociais que publicam conteúdos do seu interesse, baixe aplicativos. Enfim, busque outras maneiras de construir o seu aprendizado. Opções que podem, além de te ajudar a fixar, ainda mais, aquilo que aprendeu, também fazem com que a busca pelo conhecimento se torne mais dinâmica e prazerosa.<br><br>Ser autodidata pode ser um pouco complicado em meio a uma rotina agitada. Mas lembre-se de reservar um espaço na agenda para aprender todos os dias, seja dedicando a aprender mais sobre algo que já sabe ou ter um conhecimento totalmente novo. Sua criatividade será outra após manter uma constância nesse planejamento.<br><br>5 &#8211; <strong>Tenha otimismo e adote o mindset de crescimento<br></strong><br>É importante que na jornada de se tornar um aprendiz autodirigido você não perca o otimismo. Muitas vezes nos deixamos desanimar pelas dificuldades e acabamos por interromper alguns projetos.<br><br>É preciso ter em mente que o aprendizado é gradual e deve ser contínuo para então mostrar resultados. Não se deixe levar pelo imediatismo de achar que deve aprender algo de um dia para o outro. Mantenha o otimismo.<br><br>Para isso, crie pequenas metas, antes de visualizar a meta maior. Assim, é mais fácil de celebrar essas conquistas menores, não perdendo o interesse por aquilo.<br><br>É intrínseco do ser humano ser motivado pelos ganhos. O importante é focar e acreditar sempre no seu potencial.<br><br>6 &#8211; <strong>Não menospreze a importância do senso crítico<br></strong><br>Na era digital, o acesso a tantas informações tem prós e contras. Por um lado, se o acesso ao conhecimento ficou muito mais democrático, por outro ficou duvidoso.<br><br>Qualquer pessoa pode publicar qualquer coisa em uma plataforma e “viralizar”, chegando a milhões de visualizações. Porém, pode ser que aquele determinado conteúdo seja uma informação errônea.<br><br>Por isso, ao construir seu aprendizado crie o hábito de checar a veracidade de informações, a reputação daquela fonte. Tenha sempre senso crítico para entender se realmente aquilo que teve acesso é uma verdade.<br><br>Além disso, ao construir sua jornada tenha senso crítico em outros locais, fora do digital também. Vá além, argumente e busque acrescentar outras fontes quando for conveniente. Isso pode ser bastante valioso para você se aprofundar ainda mais sobre o tema que está estudando.<br><br>7 &#8211; <strong>Tenha uma atitude altruísta devolvendo ao mundo o que aprendeu<br></strong><br><a href="https://unialgar.stage.algar.client.fiohost.com.br/conteudo/Nosso-jeito-de-compartilhar-conhecimento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Compartilhar conhecimento também é crescer.</a> Foque em ter uma atitude altruísta e não guarde para si tudo que aprendeu. Encontre maneiras de compartilhar tudo que desenvolveu, como se quisesse devolver ao mundo. É sempre legal deixar um legado, fazendo com que as pessoas se lembrem positivamente de você.<br><br>Com isso, você contribui de forma positiva para a sociedade em que vive e também se dá a oportunidade de aprender ainda mais.<br><br>Dos feedbacks que pode receber de outras pessoas que estão aprendendo podem surgir debates interessantes que farão ter mais domínio sobre aquele assunto, expandindo o seu ponto de vista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><br>Tem uma empresa? Confira como estimular a aprendizagem autodirigida</h2>



<p></p>



<p>Estimular aprendizes autodirigidos em uma empresa deve ser encarado com um investimento. Quanto mais atualizado e capacitado o colaborador estiver, mais poderá contribuir para bons resultados e crescimento da organização.<br><br>Por isso, é interessante que a empresa crie uma <a href="https://stage.sku.digital/cultura-de-aprendizagem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cultura de aprendizagem contínua</a>, dando liberdade e autonomia para o time, pensando na retenção desses talentos. Pessoas com sede de aprendizado e crescimento são movidas a desafios.<br><br>Confira algumas dicas de como estimular a aprendizagem autodirigida dentro da sua empresa:<br><br><strong>Desenvolva uma cultura de aprendizagem<br></strong><br>Desenvolva uma cultura de aprendizagem na qual o aprendizado faça parte do dia a dia das pessoas, que as pessoas tenham a permissão de ter espaços nas agendas para aprenderem, crie comunidades de aprendizagens para fomentar as trocas de experiências, de melhores práticas e incentive práticas de aprendizagem informais.<br><br>Fortaleça a área de T&amp;D para buscar novas tendências e metodologias que facilitem a transferência do aprendizado para a prática. Busque parceria com instituições de ensino de qualidade para garantir uma boa curadoria de conteúdos.<br><br><strong>Dê autonomia a seus colaboradores<br></strong><br>Não adianta estimular o seu colaborador para ser um lifelong learning e não dar autonomia a ele para expor suas ideias e colocar em prática seus novos aprendizados. Busque criar uma cultura organizacional onde todos são ouvidos e as decisões são criadas em conjunto.<br><br><strong>Realize brainstorms constantes e encoraje a inovação<br></strong><br>Busque sempre realizar reuniões com certa frequência para que, juntos, os times internos pensem em novas soluções.<br><br>Várias cabeças pensando juntas podem render boas ideias. Além disso, realize atividades que incentivem as inovações dentro da empresa, seja por meio de dinâmicas ou outras ações em que os colaboradores possam exercitar a criatividade e inovar.<br><br>A partir disso, muitos se sentirão estimulados a aprender mais e mostrar resultados.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br>Como o grupo Algar incentiva a aprendizagem contínua<br><br></h2>



<p>O grupo Algar tem uma cultura de aprendizagem contínua em seu DNA. Aqui, os associados, como são chamados nossos colaboradores, são incentivados a crescer diariamente. <strong>Autonomia, protagonismo e responsabilidade na transferência de conhecimento fazem parte da nossa rotina.</strong><br><br>Nós sabemos também que a aprendizagem está em qualquer lugar e com isso, há diversas oportunidades de crescimento. Entendemos que aprender é um compromisso individual e coletivo.<br><br>Todos ensinam e aprendem na Algar. <strong>Acreditamos em relações que proporcionam confiança e troca. Assim, aprendemos para hoje e para amanhã.</strong><br><br>Todos esses fatores estão alinhados com os nossos atributos: somos um Grupo confiável, ágil, inovador e perene. Assim, conquistamos a confiança dos nossos mais de 3 milhões de clientes, fazendo com que eles prosperem.<br><br>Dentro da Algar, temos a <a href="https://unialgar.stage.algar.client.fiohost.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade de Negócios da Algar (UniAlgar</a>). A instituição é uma universidade de negócios corporativos estratégicos do Grupo, que apoia a competitividade das empresas Algar por meio da educação e do fomento da cultura de aprendizagem.<br><br>Nela, há estímulo à experimentação e criatividade em todos os cursos e treinamentos. Além da UniAlgar, também utilizamos metodologias ágeis, brainstormings, trocas de experiências, e buscamos com que o time atue de forma rápida e assertiva diante da resolução de problemas.<br><br>Para saber um pouco mais, <a href="https://stage.sku.digital/algarcast-ep11/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dê o play no AlgarCast</a> sobre Cultura de Aprendizagem, protagonismo de carreira e desenvolvimento profissional.<br><br>Por Auzean Lucena, Analista Corporativo de Gente da UniAlgar.</p>
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		<title>AlgarCast Ep. 6 Inovação no Agro: a tecnologia como aliada da eficiência no setor</title>
		<link>https://stage.sku.digital/algarcast-ep6/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Martins do Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 13:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Agro é pop e não é atoa! O agronegócio inova muito e cresceu mais de 300% em produtividade nos últimos 10 anos. Esse aumento se deu graças à tecnologia, que foi uma grande aliada na expansão do setor, inclusive tornando-o mais sustentável. Internalizar a cultura de inovação é essencial, aproveitando todas as ferramentas tecnológicas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Agro é pop e não é atoa! O agronegócio <strong>inova muito </strong>e cresceu mais de 300% em produtividade nos últimos 10 anos. Esse aumento se deu graças à <strong>tecnologia,</strong> que foi uma grande aliada na expansão do setor, inclusive tornando-o mais sustentável.<br><br>Internalizar a cultura de inovação é essencial, aproveitando todas as ferramentas tecnológicas existentes para trazer <strong>benefícios para a operação</strong> que atua diretamente no campo.<br><br>E no 6º episódio do <strong>AlgarCast &#8211; Especial Algar 2100,</strong> o podcast do grupo Algar, recebemos o Marlos Alves, Presidente da <strong>Algar Farming,</strong> para falar mais sobre isso e sobre como a tecnologia é aliada da eficiência no setor.<br></p>



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<iframe title="AlgarCast Ep. 6 Inovação no Agro: a tecnologia como aliada da eficiência no setor" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/8ULEHo_N0hU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Ouça na sua plataforma favorita e compartilhe <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2197.png" alt="↗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png" alt="🎧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://open.spotify.com/episode/41vxlBkzLVaNSbKy8NCahi?go=1&amp;sp_cid=ac7f5910-9f24-4c91-aa1d-94ab78ce75c5&amp;utm_source=embed_player_p&amp;utm_medium=desktop&amp;nd=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Spotify</a><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png" alt="🎧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://www.deezer.com/br/show/5369017" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Deezer</a><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png" alt="🎧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=8ULEHo_N0hU&amp;t=19s" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Youtube</a></p>
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			</item>
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		<title>Gestão da área jurídica: quando é hora de internalizar?</title>
		<link>https://stage.sku.digital/gestao-da-area-juridica-quando-e-hora-de-internalizar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Martins do Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 17:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como parceiro das decisões empresariais, o Direito se torna parte do processo de gestão do negócio e, portanto, a condução dos procedimentos internos de gestão da área jurídica muito se assemelha à de outras áreas de uma empresa, como recursos humanos, finanças, marketing etc. Nesse sentido, o gestor do departamento jurídico precisa estar constantemente se questionando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como parceiro das decisões empresariais, o Direito se torna parte do processo de gestão do negócio e, portanto, a condução dos procedimentos internos de gestão da área jurídica muito se assemelha à de outras áreas de uma empresa, como recursos humanos, finanças, marketing etc. <br><br>Nesse sentido, o gestor do <strong>departamento jurídico</strong> precisa estar constantemente se questionando se sua forma de gestão está adequada às melhores práticas e custos. <br><br>Algumas perguntas devem ser avaliadas com recorrência: o que o departamento está fazendo e não deveria? O que se está deixando de fazer? O que pode ser diferente? Quais as melhores práticas de mercado para a minimização de custos e maximização de resultados? </p>



<p>A consequência natural desse movimento de autoquestionamento é gerar novas formas de trabalho, ora <strong>evolutivas, ora disruptivas. </strong><br><br>Como resultado, é natural que de tempos em tempos se abra a discussão sobre a melhor maneira de executar e gerir o contencioso da empresa. Afinal, vivemos uma tendência de<strong> judicialização </strong>das relações no Brasil, o que faz com que o custo de <strong>manutenção e controle do contencioso</strong> seja um dos maiores de gestão, com relevante impacto financeiro. <br><br>Segundo uma pesquisa mundial da ACC Chief Legal Officers, de 2017, o custo com contencioso nos maiores departamentos jurídicos ultrapassa 50% do orçamento. Nesse cenário, temos um<strong> leque de possibilidades</strong>, entre elas a decisão sobre ter o contencioso sendo executado por terceiros ou pela própria empresa.<br><br>Existem poucos registros sobre o tema, porém, com a experiência de quem vivenciou de perto a situação, podemos dizer que na década de 1980 os departamentos das empresas contavam com grande número de profissionais, com procedimentos burocráticos, decisões lentas e custos altos. <br><br>Entretanto, com a onda de reengenharia e <em>downzing</em> vivida na década de 1990, os departamentos jurídicos foram radicalmente reduzidos, gerando uma explosão de<strong> crescimento dos escritórios de advocacia no mercado brasileiro. </strong><br><br>Não obstante, as empresas começaram a perceber que com a terceirização acabaram ficando &#8220;nas mãos&#8221; de escritórios, longe da<strong> inteligência jurídica aplicável ao seu negócio. </strong>Além disso, os escândalos contábeis e as crises financeiras também ajudaram a gerar uma ampliação do papel do advogado interno na avaliação de riscos e de governança das empresas, em especial com a edição da <strong>Lei Sarbanes-Oxley</strong> nos Estados Unidos. <br><br>Em seu capítulo III, seção 307, ela criou regras de responsabilidade para advogados, obrigando-os a relatar evidências de violações importantes na companhia para a qual prestam serviços, inclusive devendo reportar-se ao comitê de auditoria, caso não sejam ouvidos pela diretoria.</p>



<p>Com tudo isso, é unívoca a necessidade de se estabelecer qual é a adequada estrutura jurídica de uma empresa. De forma simples, porém objetiva, ela é aquela que melhor atende aos negócios de determinada empresa, em determinado momento, em determinado território. <br><br>Atualmente, o que se percebe no modelo &#8220;padrão&#8221; é uma subdivisão de atividades entre o jurídico interno (notadamente as áreas relacionadas diretamente aos negócios como o consultivo e a gestão do contencioso geral) e o jurídico externo na execução do contencioso judicial e administrativo. <br><br>Para se estabelecer esse &#8220;padrão&#8221;, ocorreu uma grande profissionalização na gestão do departamento jurídico, o que possibilitou o movimento de retorno dessas atividades ao jurídico interno.<br><br>Hoje, grande parte das grandes e médias empresas conta com uma gestão jurídica eficiente, profissionais habilitados, tanto pelo perfil técnico jurídico como pelas<strong> habilidades de gestão e administração. </strong>Nesse contexto de um departamento jurídico estruturado, com gestão profissional e visão de resultados, é que se deve discutir se há espaço para melhora das atividades com a internalização do contencioso. <br><br>É senso comum que, com os departamentos jurídicos contratando escritórios especializados em contencioso de massa, a preços muito baixos, pode-se obter economia em honorários. Todavia, nesse caso, a máxima americana de <em>&#8220;there is</em> <em>no free lunch&#8221;</em> (&#8220;não existe almoço grátis&#8221;) é superaplicável. Não há solução simples para situação complexa que não comprometa algum pilar de custo ou qualidade. <br><br>Por esse ângulo, podemos ter certeza de que se o custo for baixo por processo, o escritório terá de baixar a experiência dos profissionais para executá-lo. Isso sem contar os demais problemas que podem ser criados, como falta de pessoalidade, <em>turnover</em> dos advogados, correspondentes desconhecedores dos casos e inexperientes, entre outros. Nesse cenário, como fica a imagem da empresa perante o Judiciário?<br><br>Há, ainda, uma verdade posta de que ter um jurídico enxuto de pessoas significa ter baixo custo. Será mesmo? Antes disso, precisamos nos lembrar de que o jurídico pode gerar muito resultado positivo para a empresa, considerando sempre que o conceito de resultado vai além de gerar receita. A velha convicção de que o jurídico é só gerador de custos já foi e vem sendo ultrapassada dia a dia.<br><br>Por todo o exposto, como finalmente responder à pergunta se é hora de internalizar? A resposta não é trivial e objetiva. Depende de uma análise individual, caso a caso, com fatos e dados do contencioso e perfil de gestão da empresa, além, é claro, do custo-benefício financeiro e de qualidade. <br><br>Em muitas situações, com o contencioso sendo executado internamente é possível redução significativa dos custos e uma substancial melhoria de qualidade nos processos. O advogado interno está próximo aos fatos do negócios, o que certamente gerará um defesa mais coerente e próxima da realidade. <br><br>Outro ponto favorável é que muitos fatos antes &#8220;abafados&#8221; começam a chegar à empresa, que, de posse das informações, pode tomar medidas objetivas de solução interna, gerando melhora no relacionamento com a comunidade jurídica (juízes, Ministério Público, advogado da outra parte, serventuários etc.), além de auxiliar na atuação preventiva da empresa, buscando evitar novo contencioso. <br><br>Os advogados do contencioso passam a ter o primeiro interesse em resolver os problemas e não em manter os honorários mensais que vêm com a morosidade dos processos judiciais.<br><br>Acredito que estamos diante de uma nova tendência de gestão dos departamentos jurídicos, ancorada por novas formas de trabalho e tecnologias. Trata-se de um momento complexo, que tem demandado questionamentos e evoluções em todos os departamentos jurídicos empresariais, mas no qual cada empresa ou grupo de empresas precisará descobrir seu próprio modelo. <br><br>Como em tudo na vida, a melhor solução normalmente não está nos extremos, mas, sim, no ponderado e razoável, sempre no melhor custo-benefício. </p>
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		<item>
		<title>Organização empresarial: como sua empresa pode ter sintonia como uma orquestra</title>
		<link>https://stage.sku.digital/organizacao-empresarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolinne Santini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 15:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma orquestra é composta por um grande número de pessoas, cada uma com a sua função e expertise, e todas em prol de uma causa única: darem o seu melhor em conjunto nas apresentações. Por isso, podemos tranquilamente relacionar uma orquestra com o conceito de organização empresarial dentro das empresas. Afinal, uma orquestra não é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Uma orquestra é composta por um grande número de pessoas, cada uma com a sua função e expertise, e todas em prol de uma causa única: darem o seu melhor em conjunto nas apresentações. Por isso, podemos tranquilamente relacionar uma orquestra com o conceito de </span><b>organização empresarial</b><span style="font-weight: 400;"> dentro das </span><a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias/o-que-as-empresas-tradicionais-podem-aprender-com-as-startups/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">empresas</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Afinal, uma orquestra não é apenas um grupo de pessoas tocando instrumentos: ela é uma composição em que cada músico sabe as suas atribuições e, principalmente, entender qual é o seu papel. Além disso, a orquestra conta com líderes e com o maestro, que conduz toda a equipe em direção ao sucesso da apresentação.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Dessa forma, vamos falar mais sobre organização empresarial e entender como as empresas podem obter a sintonia de uma orquestra. Leia mais!</span><br />
&nbsp;</p>
<h2><b>Conceito de Organização Empresarial</b></h2>
<p>&nbsp;<br />
<span style="font-weight: 400;">A organização empresarial pode ser definida como um </span><b>conjunto de diretrizes e ações que uma empresa aplica em suas atividades</b><span style="font-weight: 400;">. A organização empresarial é aquilo que define o que uma empresa é e, principalmente, como o seu time de colaboradores se organiza, como é a hierarquia, quais as atribuições das equipes e como cada setor interage entre si e entre instâncias superiores.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Por exemplo: em uma orquestra sinfônica, existem os </span><b>naipes</b><span style="font-weight: 400;">, que são as famílias de instrumentos (de corda, como violinos, violoncelos e contrabaixos; ou metais, como trompetes, trombones e tubas), e esses naipes respeitam o seu espaço na orquestra (cordas à frente do maestro e nas laterais, metais ao centro e à direita, por exemplo). </span><br />
<span style="font-weight: 400;">Dessa forma, a organização empresarial é importante para estabelecer como uma empresa se organiza hierarquicamente e como as áreas interagem entre si, assim como o papel de lideranças e outros colaboradores.</span><br />
&nbsp;</p>
<h2><b>Quais as vantagens?</b></h2>
<p>&nbsp;<br />
<span style="font-weight: 400;">A organização empresarial ajuda a </span><b>definir funções</b><span style="font-weight: 400;"> tanto da equipe quanto dos integrantes de cada time. Dessa forma, todos sabem o que fazer. Além disso, </span><b>evita acúmulos de funções</b><span style="font-weight: 400;"> e também </span><b>conflitos</b><span style="font-weight: 400;">, pois todos terão estabelecidas as suas atividades e responsabilidades. Portanto, é essa organização empresarial que garante o </span><b>sucesso da </b><a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias/gestao-empresarial/" target="_blank" rel="noopener"><b>gestão</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Empresas desorganizadas têm problemas com falta de diretrizes claras, sobreposição de responsabilidades e tudo isso traz danos de curto, médio e longo prazo, como:</span><br />
&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Clima ruim entre a equipe;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Falta de foco;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Excesso ou falta de responsabilidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Falta de motivação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Turnover.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Os principais tipos</b></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Organização linear</b></h3>
<p>&nbsp;<br />
<span style="font-weight: 400;">A organização linear funciona com a definição de papéis de cada um. Ou seja, as funções são bem definidas e, cada um em sua atividade contribui para o sucesso da empresa como um todo. Algumas posições da organização linear atuam de determinada forma, enquanto as outras têm suas particularidades.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Em uma orquestra sinfônica, por exemplo, o maestro está à frente de todos para servir e conduzir o conjunto de músicos, indicando o que cada instrumento ou naipe deve fazer. Abaixo do maestro, está o spalla, o primeiro violinista que é responsável pelo naipe de cordas e também de toda a orquestra. Além disso, cada naipe possui um chefe, que lidera a sua “equipe”.</span><br />
&nbsp;</p>
<h3><b>Organização funcional</b></h3>
<p>&nbsp;<br />
<span style="font-weight: 400;">Na organização funcional, cada parte da empresa tem sua divisão de acordo com a finalidade. O que diferencia cada área é o papel assumido por ela, e não a sua posição na hierarquia. Ou seja, as áreas são especializadas, cada uma tem responsabilidade sobre as suas tarefas e também tomadas de decisão.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Seria o caso da orquestra de câmara: os grupos de câmara são compostos por duplas, trios, quartetos ou quintetos, e nem sempre estão sob a regência de um maestro. Esses grupos menores podem atuar de acordo com sua constituição e filosofia de trabalho, sem necessidade de papéis como o do maestro, spalla ou chefes de naipe.</span><br />
&nbsp;</p>
<h3><b>Organização linha-staff</b></h3>
<p>&nbsp;<br />
<span style="font-weight: 400;">A organização empresarial linha-staff pode ser entendida como uma combinação dos modelos funcional e linear. Dessa maneira, as áreas da companhia possuem funções de linha (ou seja, de tomada de decisão) e de staff (de suporte e aconselhamento a outras áreas). Nesse tipo, um setor toma decisões sobre si, mas pode auxiliar outros setores.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Na orquestra sinfônica, a área dos bastidores é fundamental para tomar decisões e também assessorar todos os integrantes da orquestra e o maestro. Afinal, essa área conta com os montadores (que cuidam de toda a estrutura para receber os músicos, além de arquivistas (que armazenam as partituras) entre outros.</span><br />
&nbsp;</p>
<h2><b>Como afinar a Organização Empresarial?</b></h2>
<p>&nbsp;<br />
<span style="font-weight: 400;">Um bom </span><a href="https://www.inovacaobrain.com.br/blog/inovacao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">plano de ação</span></a><span style="font-weight: 400;"> é um bom começo para que a organização empresarial de um negócio tenha mais sucesso. O planejamento é fundamental, pois é nesse momento em que se observam vantagens, desvantagens, pontos positivos e a melhorar e toda a estrutura da empresa.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Após o planejamento, é hora de atribuir responsabilidades, organizar as funções e direcionar as áreas para que possam executar tarefas e acompanhar seus resultados. Em seguida, é hora de mapear tudo, verificar inconsistências e manter ou mudar a rota de determinadas atividades.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Dessa maneira, a sua empresa terá a organização empresarial de uma orquestra, na qual todos sabem qual é a sua responsabilidade e, principalmente, como podem colaborar para que a orquestra seja aplaudida de pé ao final de cada apresentação!</span><br />
&nbsp;<br />
<span style="font-weight: 400;">Falando em orquestra, conheça a história de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uz5_zk-FEhs" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Afonso Quianzala sobre música e liderança, no Inspire Fundo</span></a><span style="font-weight: 400;">, canal de conteúdos inspiradores do grupo Algar e aproveite para seguir o Grupo no </span><a href="https://www.linkedin.com/company/grupo-algar/mycompany/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">LinkedIn</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://www.instagram.com/grupoalgar/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Instagram</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://www.facebook.com/GrupoAlgar" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Facebook</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://twitter.com/GrupoAlgar" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Twitter</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.youtube.com/user/GrupoAlgarOficial" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">YouTube</span></a><span style="font-weight: 400;">!</span><br />
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			</item>
		<item>
		<title>Segurança da informação: 5 dicas valiosas para a sua empresa</title>
		<link>https://stage.sku.digital/seguranca-da-informacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Martins do Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 18:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A transformação digital traz uma série de desafios em relação à segurança da informação. Afinal, cada vez mais as empresas lidam com grandes volumes de dados, muitas vezes informações sensíveis que precisam ser protegidas de vazamentos ou ações criminosas. Por isso, seja em relação a clientes, seja sobre dados empresariais, todos nós precisamos saber o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias/transformacao-digital/"><strong>transformação digital</strong></a> traz uma série de desafios em relação à segurança da informação. Afinal, cada vez mais as empresas lidam com grandes volumes de dados, muitas vezes informações sensíveis que precisam ser protegidas de vazamentos ou ações criminosas.</p>


<p>Por isso, seja em relação a clientes, seja sobre dados empresariais, todos nós precisamos saber o que é e qual a importância da segurança da informação atualmente. Além disso, existem boas práticas que aumentam a proteção de dados e que não podem ser deixadas de lado, caso contrário corre-se sérios riscos.</p>


<p>Temos 5 dicas valiosas para a sua empresa fazer um bom trabalho de
segurança da informação, mas antes vamos explicar esse conceito e mostrar por
que ele é tão importante. Veja agora!</p>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é, de fato, segurança da informação?</strong></h2>


<p>Proteção de <a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias/analise-de-dados/"><strong>dados</strong></a>. Esse é o termo que resume bem e dá uma ideia do que se trata, de fato, a segurança da informação. Dessa forma, ela exige a implementação de processos e ferramentas que atuem em princípios como:</p>


<ul class="wp-block-list"><li><strong>Confidencialidade</strong>, que garante que só pessoas com autorização
     acessarão as informações que precisam;</li><li><strong>Integridade</strong>, para preservar características originais dos
     dados e suas formas de processamento;</li><li><strong>Autenticidade</strong>, mantendo as informações corretas ao longo de
     processos, sem nenhuma adulteração;</li><li><strong>Disponibilidade</strong>, que disponibiliza os dados sempre que for
     preciso para as pessoas autorizadas;</li><li><strong>Irretratabilidade</strong>, para impedir que alguém negue a autoria de
     alguma transação ou transmissão de dados depois de feita;</li><li><strong>Conformidade</strong>, que garante o cumprimento de regulamentos,
     normas e leis em relação a informações.</li></ul>


<p></p>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que minha empresa precisa se importar com isso?</strong></h2>


<p>Passamos, atualmente, por uma verdadeira <a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias/tempestade-digital/"><strong>tempestade digital</strong></a>, que dinamiza o trabalho, traz mais velocidade, aumenta a conectividade e permite diferentes possibilidades na relação com informações. </p>


<p>Apesar de tudo isso ser ótimo para trazer bons resultados, também aumenta os pontos de vulnerabilidade de dados. Assim, mais informações podem se perder, vazarem ou mesmo serem alvo de ataques de hackers. </p>


<p>Portanto, quem não dá a devida atenção à segurança da informação corre sérios riscos e pode, eventualmente, lidar com perdas irreparáveis de dados e de credibilidade com clientes e parceiros.</p>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer um bom trabalho de segurança da informação?</strong></h2>


<p>Separamos 5 dicas que vão ajudar a sua empresa a fazer um bom trabalho
de segurança da informação:</p>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tenha uma política de segurança</strong></h3>


<p>A política de segurança é fundamental para que todos os colaboradores da
sua empresa saibam e concordem com as regras e diretrizes no tratamento de
dados.</p>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Invista em tecnologias</strong></h3>


<p><a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias/habilidades-do-futuro/"><strong>Automação</strong></a>, inteligência artificial, <a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias/blockchain/"><strong>blockchain</strong></a>, criptografia e outras tendências do <a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias/conheca-as-tendencias-para-o-mercado-de-tecnologia/"><strong>mercado de tecnologia</strong></a> ajudam cada vez mais a manter um bom trabalho de segurança da informação.&nbsp;</p>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Faça backups</strong></h3>


<p>Fazer backups é indicado para não correr o risco de eventualmente perder
dados. Hoje, temos várias soluções para armazenamento de dados de forma segura.</p>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Esteja por dentro da Lei Geral de Proteção de Dados</strong></h3>


<p>A Lei Geral de Proteção de Dados define regras para empresas lidarem com dados de pessoas físicas. <a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias/lei-geral-de-protecao-de-dados/"><strong>Confira o nosso artigo com tudo o que você precisa saber sobre o tema</strong></a>.</p>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Invista em cybersegurança</strong></h3>


<p>A <a href="https://www.inovacaobrain.com.br/blog/squad-cyber-security-agilidade-na-entrega-de-solucoes/"><strong>cyber security</strong></a> é uma importante aliada na agilidade para entregar soluções eficientes no que diz respeito à segurança da informação, feitas por equipe especializada no assunto.&nbsp;</p>


<p>Falando em Segurança da Informação, veja também <a href="https://blog.algartelecom.com.br/tecnologia/a-importancia-do-armazenamento-em-nuvem-para-sua-empresa/"><strong>como o armazenamento na nuvem é importante para a sua empresa</strong></a>!</p>


<figure class="wp-block-image"><a href="http://bit.ly/armazenamentonuvemtelecom" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="259" src="https://wwwalgar.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Banner-Blog-800x259px.jpg" alt="Imagem com o texto &quot;A importância do armazenamento em nuvem para sua empresa. Leia no blog da Algar Telecom.&quot;" class="wp-image-3627" srcset="https://stage.sku.digital/wp-content/uploads/2020/03/Banner-Blog-800x259px.jpg 800w, https://stage.sku.digital/wp-content/uploads/2020/03/Banner-Blog-800x259px-300x97.jpg 300w, https://stage.sku.digital/wp-content/uploads/2020/03/Banner-Blog-800x259px-768x249.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></figure>
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		<item>
		<title>Empreendedora social cria hortas orgânicas em empresas e transforma pessoas</title>
		<link>https://stage.sku.digital/hortas-organicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Martins do Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2019 14:56:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://stage.sku.digital/?post_type=praticas_tendencias&#038;p=3303</guid>

					<description><![CDATA[<p>As hortas orgânicas já têm se tornado uma realidade em algumas empresas brasileiras que estão visando a sustentabilidade, uma alimentação mais saudável e maior distração para os colaboradores, melhorando a qualidade de vida. Pensando nisso, a Edileuza, que sempre gostou de trabalhar com empresas do terceiro setor, criou a Plant, uma iniciativa com o objetivo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As hortas
orgânicas já têm se tornado uma realidade em algumas empresas brasileiras que
estão visando a sustentabilidade, uma alimentação mais saudável e maior distração
para os colaboradores, melhorando a qualidade de vida. </p>


<p>Pensando nisso, a Edileuza, que sempre gostou de trabalhar com empresas do terceiro setor, criou a <strong>Plant</strong>, uma iniciativa com o objetivo de plantar hortas orgânicas no telhado de grandes empresas, melhorar o ecossistema e gerar alimentação sustentável e acessível aos bairros mais carentes.</p>


<h2 class="wp-block-heading">Plant visa a sustentabilidade em hortas orgânicas</h2>


<p>O projeto acredita nos <strong>benefícios das hortas orgânicas</strong> nos terraços das empresas, e por isso, as produções vão para os restaurantes das próprias corporações ou são vendidas em feiras. </p>


<p>Sendo assim, a hortaliça é plantada com material orgânico produzido pela Plant, que ao invés de ir para aterro sanitário, o material é recolhido dos restaurantes, como restos de alimentação, segue para um centro de compostagem e retorna para a horta como matéria-prima abundante em vitaminas. </p>


<h2 class="wp-block-heading">Alimentação para bairros carentes</h2>


<p>Parte do
lucro das hortas vendida para empresas é revertido para hortas na periferia,
onde a empreendedora social trabalha com moradores por meio das associações dos
bairros. </p>


<p>Além de
Edileuza e seus dois sócios, três mulheres trabalham como mantedoras das
hortas, todas em situação de vulnerabilidade social. </p>


<p>Hoje, a Plant está presente em São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis, totalizando 11 hortas. O projeto está em atividade há mais de dois anos e já impactou várias pessoas. De funcionários a diretores de grandes empresas, todos se envolvem e colocam <strong>“as mãos na terra”</strong>. </p>


<h2 class="wp-block-heading">Inspire Fundo com essa história</h2>


<p>“Eu sou movida por pessoas, elas me inspiram”. Esse é o lema da Edileuza, criadora e idealizadora da Plant, que tem plantado sustentabilidade no mundo corporativo e <a href="https://stage.sku.digital/praticas-e-tendencias/gente-e-mais-que-um-detalhe/">transformado a vida de muitas pessoas</a>!</p>


<p>Conheça mais sobre a sua história. <a href="https://www.youtube.com/channel/UCGiVgQ2F-084R219B0bbl9g">Inscreva-se no canal</a> e Inspire Fundo!</p>


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